11 mar, 2026

BRAVA encerra 2025 com EBTIDA de R$ 4,5 bilhões, recorde de produção e redução da alavancagem

Receita atingiu R$ 11,6 bilhões e índice de alavancagem caiu para 2,13x

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A BRAVA Energia, uma das principais companhias independentes de óleo e gás do país, encerrou o ano de 2025 com recordes em todos os indicadores financeiros reportados e redução da alavancagem. Em balanço divulgado nesta quarta-feira (11), a empresa registrou receita líquida de R$ 11,623 bilhões no ano e EBTIDA Ajustado de R$ 4,508 bilhões no período. Os resultados são os melhores desde a criação da companhia, que consolidou o aumento da produção, com eficiência operacional e redução de custos.

A receita líquida teve um incremento de 15% em um ano, enquanto o EBTIDA cresceu 29% no mesmo período. Em 2025, a BRAVA também renovou seu recorde de produção média diária. Foram mais de 81 mil barris por dia de óleo equivalente no ano, um aumento de 46% em relação a 2024, com destaque para Papa-Terra e Atlanta, que registraram os seus melhores resultados anuais históricos de produção e eficiência operacional.

“Tivemos um ano transformacional. A Brava apresentou forte evolução em todas as métricas do negócio durante o período. Dos aspectos operacionais, como segurança e eficiência, até um avanço expressivo em todos os indicadores financeiros, que registraram cifras recordes”, afirma o CEO, Richard Kovacs.

Em 2025, a empresa também registrou o menor nível histórico de custo de produção, que chegou a US$14,9 dólares por barril, com destaque para o segmento offshore – US$ 13,4 dólares ano, redução de 17% quando comparado com 2024.

“Encerramos, em 2025, um ciclo exitoso de implementação de projetos de grande porte, como o Sistema Definitivo de Atlanta. Nossa meta é gerar valor para os nossos acionistas e reafirmo o nosso compromisso de buscar de forma incansável uma companhia que opere de forma segura e eficiente, para atingir os nossos principais objetivos de curto e médio prazo”, ressalta o CEO da Brava.

Esses marcos, além de impulsionaram a expansão de margem e do EBTIDA, também foram fundamentais para a forte redução no índice de alavancagem, que apresentou a quarta queda consecutiva, atingindo 2,13x em reais. A melhora do indicador reflete o fortalecimento das linhas de negócios, impulsionado por geração de caixa recorrente, melhor desempenho operacional e estratégia de liability management bem-sucedida.

“A eficiência operacional somada a uma forte busca por redução de custos e o avanço no aproveitamento de sinergias, propiciaram uma consistente evolução em todos os nossos indicadores financeiros. Além disso, seguimos perseguindo sempre a melhor alocação de capital e resultados consistentes, com um foco importante da nossa gestão em manter nossa trajetória de desalavancagem”, ressalta o CFO da Brava, Luiz Carvalho.

Novo ciclo – Após um ano de transição, 2026 marca o início de um novo ciclo para a BRAVA, com ênfase no fortalecimento da cultura de eficiência, segurança operacional e sentimento de dono do time. O objetivo é tornar a companhia ainda mais eficiente e garantir que ela esteja preparada para operar de forma rentável em ciclos de baixa do valor de referência do óleo e entregar resultados sólidos em ciclos de alta da commodity.

O volume de investimentos somou R$ 2,829 bilhões em 2025, uma redução de 47% na comparação anual, em linha com o planejado. A variação anual corresponde à redução nos investimentos do offshore, com destaque para a conclusão da implementação do projeto de Atlanta e a normalização dos investimentos atrelados à integridade de Papa-Terra.

No âmbito estratégico, a companhia divulgou em meados de fevereiro a decisão arbitral que suportará a consolidação do resultado integral do campo de Papa-Terra, que se junta a outras iniciativas focadas na gestão de portfólio da Companhia.

A BRAVA também iniciou investimentos em uma nova campanha de perfuração entre 2026 e 2027, focando na expansão da produção por meio da perfuração de novos quatro poços, dois no campo de Atlanta (Bacia de Santos) e dois em Papa-Terra (Bacia de Campos).

Reconhecimento – A BRAVA também destaca a relevância do projeto de Atlanta e a conquista do OTC Distinguished Achievement Award for Companies, a premiação mais prestigiada da indústria de energia offshore mundial, que, pela primeira vez, foi concedida a uma empresa independente do Brasil.

O prêmio ressaltou a capacidade da companhia em desenvolver, de forma pioneira para uma empresa independente brasileira, um sistema de produção em águas profundas, desde a sua fase inicial (greenfield), o Sistema Definitivo (SD) de Atlanta, na Bacia de Santos. “Esse resultado reforça a elevada capacidade técnica e de execução de projetos de alta complexidade pelo nosso time. Esse é um feito histórico para uma empresa independente brasileira, confirmando que a BRAVA conta com o corpo técnico mais qualificado da indústria de óleo e gás nacional”, celebra Carlos Travassos, diretor de offshore.

 

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