A BRAVA Energia realizou, na última quarta-feira (13), o primeiro BRAVA Day, que reuniu investidores, acionistas, analistas e colaboradores para fazer um balanço da evolução da companhia no primeiro ano de operação. A companhia, que é resultado da combinação entre 3R Petroleum e Enauta, completou um ano em agosto deste ano. O evento aconteceu no auditório do Centro Cultural da Fundação Getúlio Vargas, no Rio de Janeiro.
Na abertura do encontro, o CEO da BRAVA, Décio Oddone, celebrou os resultados obtidos no primeiro ano da empresa:
“Tivemos um ano de muitos desafios, mas de grandes êxitos. Registramos recorde de produção, de receita e de EBITDA, por exemplo. Isso é fruto do trabalho em equipe, atrelado a um portfólio diversificado e robusto, com ativos onshore e offshore, que nos dão flexibilidade na gestão. Hoje, manter a produção dos nossos principais ativos é nossa prioridade absoluta”.
O Diretor de Operações Offshore, Carlos Travassos, e o Diretor de Operações Onshore, Jorge Boeri, comentaram sobre o desempenho dos ativos da companhia. Travassos destacou que a conclusão da fase 1 do Sistema Definitivo de Atlanta demonstra a alta capacidade da BRAVA na implementação de projetos de grande porte.
“O desenvolvimento da primeira fase de Atlanta prova a qualidade do trabalho da empresa. Para 2027, com a perfuração de novos poços, esperamos um aporte significativo na produção offshore. Já Papa-Terra tem um grande potencial de valorização, considerando o baixo fator de recuperação atual, as oportunidades de melhorias de eficiência e a aplicação de todas as lições que já aprendemos até aqui”, afirma.
Boeri falou sobre a eficiência dos ativos onshore da BRAVA, que é uma das maiores produtoras de óleo onshore do Brasil. “Hoje, esses ativos se destacam, principalmente, pela estabilidade, graças ao trabalho de revitalização que fizemos no Rio Grande do Norte e na Bahia. Ainda, proporcionam para a companhia alta flexibilidade para manejar o capex”.
O diretor de Novos Negócios, Trading e Downstream, Pedro Medeiros, comentou, entre outros pontos, sobre os investimentos na comercialização de gás da empresa:
“Neste primeiro ano de operações, a BRAVA já registrou o marco de ser a primeira produtora no Nordeste a trazer gás para o Sudeste. Hoje, buscamos incrementar nossa produção, que é, em boa parte, de gás não associado, e ampliar a comercialização no mercado livre, um movimento importante que iniciamos no ano passado”.
O CFO da BRAVA, Rodrigo Pizarro, destacou a evolução crescente dos resultados financeiros registrados pela companhia. “Neste período, já demonstramos o início da desalavancagem e da geração de caixa da empresa. Temos apresentando uma diminuição importante do lifting cost e, também, uma redução de capex por quatro trimestres consecutivos, especialmente pela conclusão da fase 1 de Atlanta. Temos confiança que, com o portfólio diverso e sofisticado que temos, a BRAVA vai gerar cada vez mais oportunidades de crescimento”, disse.